terça-feira, 8 de abril de 2014
sexta-feira, 4 de abril de 2014
terça-feira, 1 de abril de 2014
domingo, 30 de março de 2014
NOSSOS DEFEITOS
Conhecer nossos defeitos deveria provocar imediata resposta na direção de buscarmos sanar as limitações e avançarmos na direção do bem-estar.
Nada é mais importante
do que estarmos bem intimamente. Nossos defeitos correspondem ao que nos
prejudica: devemos tentar nos livrar deles.
Tentar se modificar
implica, como regra, uma renúncia ou perda de gratificação imediata em nome de
uma condição íntima bem melhor no futuro.
Ser capaz de abrir mão
de um ganho no curto prazo em favor de um benefício maior no futuro corresponde
a uma faceta essencial da maturidade.
No caso de um vício,
quem lutar contra ele terá que abrir mão de um prazer imediato em nome da
preservação da saúde física ou mental futura.
Os obstáculos a ser
enfrentados por quem pretende se livrar de seus defeitos serão enormes; e irá
exigir o uso de toda sua força de vontade!
A força necessária para
desencadear o processo de mudança deriva da razão; e ela se fortalece à medida
que entendemos melhor a nós mesmos.
Gykovate
quinta-feira, 27 de março de 2014
quarta-feira, 26 de março de 2014
terça-feira, 25 de março de 2014
COISIFICAÇÃO!
Vivemos na época das
imagens. Influenciados por uma sociedade consumista, creditamos valores as
pessoas com base no que elas aparentam ser. Roupa vale mais que honestidade.
Casa bonita atrai mais amigos que sinceridade. Rosto maquiado anula os feitos
de maldade. É sempre possível se esconder atrás de uma máscara de perfeição,
mas na verdade o nosso real valor está dentro de nós.
Quem vive procurando
nos espelhos, as diferenças que nos distanciam muito facilmente se contaminam
pelo vírus da beleza ideal. Ninguém é igual a ninguém e isso já é motivo o
bastante para começarmos a valorizar nossa beleza e fazer dela nosso cartão de
visita. Já imaginou se num determinado encontro, você entregasse seu cartão de
visita a alguém e esta pessoa lhe retribuísse com outro igualzinho? Ficaria
estranho! Assim também acontece quando deixamos de valorizar a pessoa que
somos: entramos na paranoia de acreditar que um mundo de iguais é certeza de
felicidade.
Paulo Franklin
segunda-feira, 24 de março de 2014
domingo, 23 de março de 2014
TRAIÇÃO?
Muitos são as situações em que é difícil saber se se trata de crise passageira ou indício de fim do amor; é o caso da infidelidade conjugal.
A infidelidade conjugal
pode ser de caráter essencialmente sexual ou mais sentimental. Pode ter fatores
atenuantes ou não ter justificativa.
A infidelidade sexual
costuma ser mais masculina e, quando eventual, corresponde a uma tentação
momentânea, movida a álcool e com os amigos.
A infidelidade sexual
pode não indicar grande desgaste no elo conjugal e, em geral, é algo que se
supera. A sentimental é bem mais complexa.
A infidelidade
sentimental só irá corresponder a uma crise transitória se ambos se colocarem
como corresponsáveis pelo que aconteceu a eles.
A infidelidade pode
desencadear um processo de amadurecimento do vínculo conjugal quando ambos
percebem seus erros e tratam de se modificar.
Se a infidelidade não
estiver a serviço de aprimorar a intimidade do casal, a insegurança e o ciúme
poderão prevalecer e conduzir à ruptura.
sábado, 22 de março de 2014
CRISE OU TERMINOU O RELACIONAMENTO?
Nem
sempre é fácil saber se um relacionamento amoroso terminou em caráter
definitivo ou se o casal está vivendo apenas uma crise passageira.
Algumas
crises ao longo de um relacionamento amoroso são inevitáveis; uma delas deriva
do fim da idealização que se costuma fazer do amado.
Quem
nos encanta é percebido como um ser perfeito, feito sob medida para nós; ao
cairmos na realidade, algumas frustrações serão inevitáveis.
Essa
primeira decepção, própria da idealização indevida do amado, costuma gerar
certa frustração; mas os mais vividos sabem que é passageira.
É
raro que alguém seja tão objetivo no que diz respeito ao encantamento amoroso;
assim, sempre existe certa exaltação das virtudes do amado.
A
regra é que a decepção inicial derive da descoberta de pequenas diferenças,
fáceis de tolerar: o amor prossegue e se torna mais realista!
Gykovate
quinta-feira, 20 de março de 2014
quarta-feira, 19 de março de 2014
SERENIDADE
Serenidade pode ser
definida como um estado de alma próximo do ponto de equilíbrio: nem euforia e
nem tristeza, nem excitação e nem apatia...
Serenidade é conquista
difícil, derivada de grandes avanços subjetivos. Os mais serenos se desgastam
menos e são mais agradáveis no convívio.
Um elemento básico para
alcançarmos alguma serenidade consiste em nos livrarmos das mágoas e
ressentimentos que povoam nossa subjetividade.
Nem sempre é fácil
reconhecermos os fatos que nos provocaram enormes ressentimentos: muitos foram
causados por nossos entes mais queridos.
O maior problema é
conseguirmos nos livrar das antigas mágoas e ressentimentos: qualquer pequeno
avanço nessa rota já trará um grande alívio.
Conseguir esvaziar
totalmente nosso "pote de mágoas" talvez seja tarefa impossível.
Porém, penso que é essa a direção que deveríamos seguir.
Gykovate
sexta-feira, 14 de março de 2014
quarta-feira, 12 de março de 2014
sexta-feira, 7 de março de 2014
quinta-feira, 6 de março de 2014
O HOMEM QUE ODEIA A SI MESMO ...
Dizei-me por obséquio:
um homem que odeia a si mesmo poderá, acaso, amar alguém? Um homem que discorda
de si mesmo poderá, acaso, concordar com outro? Será capaz de inspirar alegria
aos outros quem tem em si mesmo a aflição e o tédio?
Erasmo Rotterdam
quarta-feira, 5 de março de 2014
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