sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
AMANHÃ
"...A melhor maneira que a gente tem de fazer possível amanhã alguma coisa que não é possível de ser feita hoje, é fazer hoje aquilo que hoje pode ser feito. Mas se eu não fizer hoje o que hoje pode ser feito e tentar fazer hoje o que hoje não pode ser feito, dificilmente eu faço amanhã o que hoje também não pude fazer...!“.
Paulo Freire
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
PREJUDICAR O OUTRO
Acho que uma boa metade da população não tem nenhum tipo de freio moral interno: elas não sentem a culpa que deriva da transgressão da norma.
Uma boa parte da
população só se comporta de forma conveniente por medo de represálias: são
limitadas apenas por força de um freio externo.
Quando a pessoa é
limitada em virtude do medo de represálias, só age em concordância com as
normas quando existe algum risco de ser punida.
De acordo com as ideias
da psicanálise, todos temos um conjunto
de normas e valores interiorizados (Super Ego). Não é o meu ponto de vista.
Os que têm como freio
apenas o temor de represálias externas só não roubam quando são vigiados e
correm o risco de sofrer graves retaliações.
Os que só temem as
represálias externas não sentem qualquer tipo de desconforto pelo fato de
prejudicarem a outros: só não querem ser pegos.
Gikovate
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
CIÚMES
O ciúme, mesmo quando bem administrado, acaba se manifestando quando surge algum risco de perda do amado: reforça ainda mais a insegurança.
Uma pessoa pode ter boa
autoestima, conviver com um parceiro totalmente confiável e ainda assim sentir
ciúme da relação dele com uma irmã.
O ciúme sentimental é o
que um pai costuma experimentar, por exemplo, ao observar a intensidade do
carinho que une seu filho à sua esposa.
O ciúme sentimental é
mais forte quando a intensidade do amor que une as pessoas envolvidas é enorme:
casais apaixonados tendem a se isolar!
Casais apaixonados
costumam ter mais problema de ciúme sentimental do que os que se amam menos,
onde a desconfiança gera maior ciúme sexual.
É possível a uma pessoa
que ama de verdade seu par não sentir nenhum tipo de ciúme? Essas criaturas
existem, mas são a exceção e não a regra.
As origens do ciúme são
conhecidas (insegurança, amor intenso, desejo de exclusividade etc). O que não
sabemos explicar é sua inexistência!
Flávio Gikovate
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
domingo, 26 de janeiro de 2014
“TUDO QUE EMANCIPA OS HOMENS É VERDADE, TODO O RESTO É FALSO”
“TUDO QUE EMANCIPA OS HOMENS É VERDADE, TODO O RESTO
É FALSO”: CARTA DO FILÓSOFO LIBERTÁRIO RUSSO MIKHAIL BAKUNIN
“Sou o mesmo de antes – um inimigo certo do atual estado das coisas, com essa diferença apenas, que eu finalmente conquistei a metafísica e a filosofia em mim mesmo e me joguei inteiramente, com toda minha alma, no mundo prático, o mundo do ato real”. Acredite amigo, a vida é bela; agora tenho direito pleno de dizer, porque eu parei de enaltecer a observação do mundo por construções teóricas e sem saber dele senão por fantasia, porque eu realmente experimentei muito de sua amargura, porque tenho sofrido muito e tenho caído em desespero.
Estou amando, Pavel, estou amando
apaixonadamente: não sei se sou capaz de ser amado como desejo ser amado, mas
não desisto de ter esperança: eu sei que ao menos ela tem sentimentos afetivos
em relação a mim, eu quero ter mérito para receber desta que amo, quero amá-la
reverentemente, que é apaixonante: ela está submetida à mais terrível e à mais
infame escravidão e devo libertá-la, combatendo seus opressores e inflamando em
seu coração o sentimento da sua própria dignidade, incitando-a ao amor e à
necessidade por liberdade, os instintos da rebelião e independência, fazendo-a
se lembrar das sensações de sua força e seus direitos.
Amar é desejar a liberdade, a completa
independência do outro: o primeiro ato de verdadeiro amor é a completa
emancipação do objeto amado. Uma pessoa não pode amar a não ser que seja
perfeitamente livre, independente, não apenas de outros mas mesmo e acima de
tudo daquele que ama e de quem está apaixonado por você.
Aí está, esta é minha profissão de fé
política, social e religiosa, é meu mais profundo sentimento, não apenas das
minhas atividades e de minhas inclinações políticas, mas também da extensão que
sou capaz em minha existência particular e individual, porque o tempo em que
essas duas formas de ação poderiam ser separadas está muito distante de nós,
agora o ser humano quer liberdade em todos os significados e aplicações dessa
palavra, ou ele não quer nada. Desejar, no amor, a dependência da pessoa a quem
se ama, é a coisa mais perigosa e abominável do mundo, porque seria uma fonte
interminável de escravidão e brutalidade da humanidade.
Tudo o que liberta o homem, tudo que o faz
retornar a si mesmo, faz nascer nele o princípio de sua atividade original e
realmente independente. Tudo o que lhes dá força para serem eles mesmos é
verdade, todo o resto é falso, mata a liberdade e é absurdo… Emancipar o homem,
este é o único uso legítimo e benéfico das nossas forças… Por baixo de todos os
dogmas religiosos e filosóficos, não há nada além de mentiras; a verdade não é
uma teoria, mas um fato, é a própria vida, é a comunidade de seres livres e
independentes, é a unidade santa do amor que irrompe das profundezas
misteriosas e infinitas da liberdade individual. ”
~ Mikhail
Aleksandrovitch Bakunin (1814-1876), em Carta ao irmão Paulo (29 de março de
1845)
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
O Mal e o Livre Arbítrio em Santo Agostinho
Santo Agostinho
(354-430), bispo de Hipona, ocupou-se intensamente com aquilo que costumamos
chamar de “o problema do mal”, ou seja, saber a origem do mal. Porém, sua
trajetória de busca e ansiedade tem início desde cedo, sendo influenciado, em
sua vida, por muitas correntes doutrinárias e filosóficas. Recebeu sua primeira
influência de sua mãe, Mônica. Cícero foi seu segundo modelo. Agostinho, em
seguida, passa a ser seguidor dos maniqueus, vindo depois a admirar os céticos.
Com a leitura dos livros neoplatônicos entende a realidade do material e a
não-realidade do mal. Por fim, lendo São Paulo, apreende o sentido da fé,
chegando a adotar uma posição radical sobre a predestinação. Mas trataremos
aqui sobre sua obra “O Livre Arbítrio”, na qual ele responde muitas de suas
próprias interrogações sobre a origem do mal, sobre a relação do mal com o
livre arbítrio, num diálogo com Evódio, seu amigo e conterrâneo. É sobre a
relação entre o mal e o livre arbítrio, em Santo Agostinho, que trataremos,
ainda que de maneira sintética, neste trabalho.
Agostinho confrontou o
dualismo da religião maniqueísta que ensinava o mal como uma realidade
igualmente eterna, mas oposta ao bem. O mal em Agostinho deve ser visto, num
primeiro momento, como algo que não existe no cosmos, para ele, o mal não
existe como uma entidade. Aquilo que chamamos de mal é simplesmente a ausência
do bem. O mal é, fundamentalmente, a falta ou privação do bem. Porém, Agostinho
vai falar do mal moral, que é o pecado, que não teria causa eficiente, mas causa
deficiente. Com isso, Agostinho não está admitindo que o mal como uma
substância, pois o mal continua não existindo como uma entidade ou substância.
Corrompe coisas boas sem ter natureza própria. Porém o pecado é o
distanciamento do bem.
Santo Agostinho deixa
clara a sentença: “Deus não pode praticar o mal”[2]. O mal também não pode ser
atribuído a Deus, nem ficar fora da ordem providencial. Deus, o Criador, o Bem
Supremo, criou todas as coisas por meio de seu Verbo. Todas as obras de Deus
são boas. De sua natureza boa só pode vir o bem. Mas Santo Agostinho também
sentencia que “o mal não poderia ser cometido sem ter algum autor”[3]. Para
ele, cada pessoa é autora de sua má ação, e toda ação é praticada de modo
voluntário, do contrário, segundo Agostinho, Deus não puniria com justiça as
más ações praticadas.
Diante da interrogação
de Evódio sobre “de quem aprendemos pecar”, Agostinho responde que o que
aprendemos é a instrução para o bem, não as coisas más. As más ações consistem
exatamente na desobediência às instruções. Se a instrução é sempre um bem,
desobedecê-la, inevitavelmente, será sempre um mal. Consequentemente o mal não
se aprende, pois é impossível que este seja objeto de instrução. Para Agostinho
é inútil procurar quem nos teria ensinado a praticar o mal. Pois o que sabemos
é que recebemos instrução, e não há instrução para o mal.
É preciso entender,
porém, o porquê de agirmos mal, se temos recebido instrução sobre e para o bem.
Seria por causa do livre arbítrio? Se o é, então o livre arbítrio seria o mal
em potência. Se Deus deu ao homem o livre arbítrio, e por meio dele o homem
comete más ações, é de ficar subentendido que o livre arbítrio é,
indiretamente, um mal e Deus seria culpado por ter dado ao homem a capacidade
de escolher entre o bem e o mal com o seu livre-arbítrio. Porém Agostinho
insiste na bondade de Deus e mostra que o livre arbítrio é um bem, é um dom de
Deus. O homem é livre para fazer o bem. O poder de usar bem o livre arbítrio é
a liberdade. Porém o homem pode querer o
mal e usa o livre arbítrio para fazer o mal, pois o bem já lhe é algo concedido
por Deus. O livre arbítrio, portanto, não é um mal em si, visto que é um dom de
Deus, embora o homem o use para pecar. Deus não é o autor do pecado. Se o homem
peca, a culpa é sua, a responsabilidade exclusiva pela prática do mal moral,
isto é, do pecado, é exclusiva do homem. E quando age desordenadamente contra a
vontade de Deus recebe punição. Por isso Deus age com justiça quando pune as
más ações do homem.
Entre Agostinho e Evódio
há um diálogo sobre a questão “a lei proíbe algo porque é pecado ou algo é
pecado porque há uma lei que proíbe?”. Para Agostinho algo é pecado mesmo que
não haja lei para servir de parâmetro. O contrário também é verdadeiro, a lei
pode proibir algo que não é pecado (Agostinho cita os cristãos que foram
condenados por professarem sua fé). A lei, portanto, não serve para determinar
o que é mal. O mal moral (o pecado) no homem é proveniente de sua paixão
interior denominada de concupiscência. E esse mal, independente das prescrições
da lei, é pecado. Por isso, Agostinho vai relembrar o texto de Mateus Capítulo
5, Versículo 28, sobre os pensamentos adúlteros.
A filosofia de
Agostinho é, portanto, apologética, pois busca defender Deus como o bem supremo
destituído de todo mal, que não é o autor do mal nem pode praticá-lo. O mal,
como substância não existe, sendo ausência do bem. Quando corrói as vidas, o
mal age como a ferrugem que ataca, mas não possui natureza própria. Sua
filosofia vê o homem como total responsável pelos seus atos, crendo que os
homens praticam seus pecados por meio do livre arbítrio que receberam, mas o
livre arbítrio, em si mesmo, não é um mal, porém um bem, um dom de Deus. O
pecado é a subversão da bela e boa ordem criada por Deus.
BIBLIOGRAFIA
AGOSTINHO. Santo, O
Livre Arbítrio. Tradução: Nair de Assis Oliveira. 2ª Ed. São Paulo:
Respeite o meu direito de não querer te ouvir ou ver
Respeite o meu direito
de não querer te ouvir ou ver
O fato de alguém querer
muito a nossa atenção não nos obriga a aceitar sua aproximação. Ao insistir em
seu objetivo, mesmo que nos ame, ela estará sendo prepotente e egoísta.
Um senhor me acusou de
desrespeitoso e mal-educado. Motivo? Não quis falar com ele ao telefone. Não o
conheço, sabia que ele queria fazer críticas — “construtivas” — ao meu
trabalho. Não me interessei em saber quais eram.
Uma colega me conta que
sua mãe lhe diz: “Sua amiga de infância esteve aqui e está louca para revê-la.
Quando posso marcar o encontro?” Minha colega não tem interesse em saber como
está essa pessoa, nem deseja reencontrá-la.
Uma filha atende o
telefone e diz ao pai: “Fulano quer falar com você”. O pai responde: “Diga que
não estou”. “Mas ele diz que quer muito falar com você.” O pai: “Sim, mas eu
não quero falar com ele!”
Afinal de contas, quem
está com a razão? Aquele que se sente ofendido por não ser ouvido ou recebido?
Ou quem se acha com o direito de só receber as pessoas que lhe interessam?
Quem faz questão de
colocar sua opinião tem direito a isso ou é prepotente por achar que o outro
tem que ouvi-lo, apenas porque ele está com vontade de falar? Ou é egoísta e
desrespeitoso aquele que só fala e recebe as pessoas que lhe interessam ou
quando está com vontade?
Acho fundamental
tentarmos entender essas questões aparentemente banais, uma vez que elas são
parte das complicadas relações no cotidiano de todos nós. Elas envolvem
questões morais e dos direitos de cada um. Tratam do que é justo e do que é
injusto.
Acredito que é direito
legítimo de cada falar ou não com qualquer outra pessoa. O fato de ela querer
muito nossa atenção não nos obriga a aceitar sua aproximação. E isso independe
das intenções de quem deseja o convívio.
Posso, se quiser,
recusar a aproximação de uma pessoa, mesmo que ela venha me oferecer o melhor
negócio do mundo. E o fato de uma pessoa me amar também não a autoriza a nada!
Não pode, apenas por me amar, desejar que eu a queira por perto.
Ao forçar a aproximação
com alguém que não esteja interessado nisso, a pessoa estará agindo de modo
agressivo, autoritário e prepotente.
As belas intenções não
alteram o caráter prepotente da ação. Na verdade, egoísta é quem quer ver sua
vontade satisfeita, mesmo se isto for unilateral. Ele não está ligando a mínima
para o outro.
O mesmo raciocínio vale
para as pessoas amigas. Não tem o menor sentido eu ir à casa de um amigo para
dizer-lhe o que penso de uma determinada atitude sua que não me diz respeito,
mesmo que eu não tenha gostado ou aprovado.
Ele não me perguntou
nada! Ainda que goste muito de mim, talvez não queira saber minha opinião.
Talvez não deseje saber a opinião de ninguém! É direito dele.
Pode também acontecer o
contrário: a pessoa desejar a minha opinião e eu me recusar a dar. Aí é o outro
quem tem de respeitar o meu direito de omissão. Não cabe a frase do tipo: “Mas
nós somos tão amigos e temos que dizer tudo um ao outro”.
É assim que, com
frequência, se perdem bons amigos. É preciso ter cautela com o outro, com o
direito do outro. Não basta ter vontade de falar. É preciso que o outro esteja
com vontade de ouvir.
Nós nos tornamos
inconvenientes e agressivos quando falamos coisas que os outros não estão a fim
de ouvir.
Raciocínio idêntico
vale também para as relações íntimas — entre parentes, em geral, e marido e
mulher, em particular.
Nesses casos, o
desrespeito costuma ser ainda maior. As pessoas dizem e fazem tudo o que lhes
passa pela cabeça. É um perigo. Elas não param de se ofender e de se magoar.
Acreditam que, só porque são parentes, têm o direito de falar tudo o que
pensam, sem se preocupar como o outro irá receber aquelas palavras.
Toda relação humana de
respeito implica a necessidade de se imaginar o que pode magoar gratuitamente o
outro.
É necessário prestar
atenção no outro, para evitar agressões, mesmo involuntárias.
Quando as pessoas falam
e fazem o que querem, sem se preocupar com a repercussão sobre o outro, é
porque nelas predomina o egoísmo ou o desejo de magoar.
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
Programa Jovem Aprendiz 2014.
http://www.vagaprimeiroemprego.com/
http://concursosbr.net/jovem-aprendiz-2014-inscricoes/
http://dialogospoliticos.wordpress.com/2014/01/13/caixa-economica-divulga-abertura-de-3-mil-vagas-para-o-jovem-aprendiz-2014/
http://jornalipanema.com.br/noticias/educacao/44885-programa-jovem-aprendiz-abrira-vagas-em-rede-de-bancos
http://concursosbr.net/jovem-aprendiz-2014-inscricoes/
http://dialogospoliticos.wordpress.com/2014/01/13/caixa-economica-divulga-abertura-de-3-mil-vagas-para-o-jovem-aprendiz-2014/
http://jornalipanema.com.br/noticias/educacao/44885-programa-jovem-aprendiz-abrira-vagas-em-rede-de-bancos
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
AMOR À SABEDORIA: Sugestão para Leitura
AMOR À SABEDORIA: Sugestão para Leitura: Qual a justificativa para a vida? Há provavelmente milhares de respostas filosóficas a esta pergunta. Leia como um exemplo o ...
Sugestão para Leitura
Qual a justificativa
para a vida?
Há provavelmente
milhares de respostas filosóficas a esta pergunta. Leia como um exemplo o que
escreveu Kafka em seus apontamentos:
Ninguém aqui gera mais
do que a sua possibilidade espiritual de viver; pouco importa que dê a
aparência de trabalhar para se alimentar, para se vestir, etc.; com cada bocada
visível uma invisível lhe é estendida, com cada vestimenta visível uma
invisível vestimenta. Está nisso a justificação de cada homem. Parece
fundamentar a sua existência com justificações ulteriores, mas essa é apenas a
imagem invertida que oferece o espelho da psicologia, de fato erige a sua vida
sobre as suas justificações. É verdade que cada homem deve poder justificar a
sua vida (ou a sua morte, o que vem dar no mesmo), não pode furtar-se a essa
tarefa.
O DESPREZO.....
O ato de desprezar uma pessoa
significa impor a ela severa humilhação: além de rebaixá-la, indica que não se
quer nenhuma forma de convívio.
Quem despreza o interlocutor está
se posicionando não só em posição de superioridade como atribuindo a ele
propriedades negativas e graves.
Muitas pessoas, talvez de forma
inadvertida, têm expressões faciais que são vistas como de desprezo: fazem
inimigos e não percebem a razão!
Nas conversas, muitos se
envaidecem ao mostrar como são mais inteligentes e cultos: humilham, desprezam
e ofendem aqueles com quem convivem.
É preciso muito cuidado com a
comunicação não verbal: podemos ser "traídos" por atos e expressões
que o outro interpretará como agressivos.
Quem quer se comunicar bem tem
que ficar bem atento aos interlocutores e aos sinais que indicam como eles
reagem às nossas palavras e atos.
Gikovate.
sábado, 4 de janeiro de 2014
VINGANÇA!
Quem combate
monstruosidades deve cuidar para que não se torne um monstro. E se você olhar
longamente para um abismo, o abismo também olha para dentro de você. —
Nietzsche, Para além do bem e do mal.
GENERALIZAÇÃO.
Um erro grosseiro no
modo de pensar de certas pessoas se manifesta sob a forma de generalizações:
"todos os homens são infiéis" é uma delas!
"As mulheres são
mais românticas"; ou então "elas são mais interesseiras":
generalizações escondem preconceitos, mágoas pessoais ou despeito.
As generalizações
positivas são ditas a respeito da própria condição, ao passo que as
depreciativas falam do modo de ser das outras pessoas!
"Fulano é
estourado, agride com palavras, reclama de tudo. Mas no fundo é uma pessoa
legal, uma boa alma". Esse não é um bom modo de pensar.
A pessoa legal é a que
trata bem aqueles com quem convive. A expressão "no fundo é boa alma"
é uma hipótese que jamais poderá ser confirmada.
Convém avaliar as
pessoas mais pelos atos do que pelas palavras já que jamais saberemos
exatamente o que se passa "no fundo de cada alma".
Flavio Gikovate
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