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segunda-feira, 26 de maio de 2014

TRANQUILIDADE DA ALMA








“É preciso frequentemente recolhermo-nos em nós mesmos: pois a relação com pessoas diferentes demais de nós perturba o nosso equilíbrio, desperta nossas paixões, irrita nossas restantes fraquezas e nossas chagas ainda não completamente curadas”.

"Misturemos, portanto, as duas coisas: alternemos a solidão e o mundo. A solidão nos fará desejar a sociedade e esta nos reconduzirá novamente a nós mesmos; elas serão antidotas, uma à outra: a solidão curando nosso horror à multidão, e a multidão curando nossa aversão à solidão."


(Sêneca, Da tranquilidade da alma)