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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Dr. Flávio Gikovate







Talvez o maior problema do amor seja a inevitável decepção quando o amado deixa de ser idealizado: surgirão aspectos nele que nos desagradam.
Na fase inicial do encontro amoroso intenso, nos encantamos com as afinidades que detectamos no parceiro: isso gera um fascínio incondicional.
Durante os primeiros tempos de namoro, as pessoas estão como que hipnotizadas, incapazes de avaliar seus parceiros, tidos como perfeitos.
Em algum momento o ídolo mostra seus "pés de barro": fala ou faz algo indigno de sua suposta perfeição, gerando enorme tristeza no que o ama.
Quando surgem os "defeitos" ou as "imperfeições" do amado (ou seja, aquilo que não gostamos nele) é que se inicia a efetiva relação amorosa.

Numa avaliação realista, o mais adequado é ponderar o peso das qualidades e dos defeitos: pessoas mais maduras amam parceiros imperfeitos!