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terça-feira, 9 de julho de 2013

Pequena Explicação

 




Para quem não conhece a história, se faz necessário um breve comentário sobre Zaratustra, para posteriormente adentrarmos a obra de Nietzsche.
Zaratustra, na versão grega Zoroastro, foi um profeta nascido na Pérsia em meados do século VII a.C. Foi o fundador do Zoroastrismo, religião adotada oficialmente pelos Aquemênidas (558 ? 330 a.C). Segundo a dominação grega, seu nome significa contemplador de astros.
Na doutrina de Zaratustra, antes da criação do mundo, reinavam dois espíritos antagônicos: os do Bem (Ahura Mazda, Spenta Mainyu, ou Ormuz) e do Mal (Angra Mainyu ou Arimã). A luta entre Bem e Mal origina todas as alternativas da vida do universo e da humanidade.
Como figura central da obra de Nietzsche, Zaratustra procura aproximação com os homens em todos os níveis sociais e comprova fracassos, desilusão e humilhação. Observa que em todos os casos, é inexistente o sorrir, o dançar o ver a própria alma, e Zaratustra com isso, faz opção pela companhia dos animais para prosseguir sua busca pelo verdadeiro homem.
Nesse trabalho, narrando as andanças e ensinamentos de um filósofo, que se autonomeou Zaratustra após a fundação do Zoroastrismo na antiga Pérsia, o autor explorar suas ideias de forma poética e fictícia, satirizando o Novo testamento.
Nietzsche ressaltar as necessidades de mudança na sociedade e no homem, que ao longo do tempo foram se desgastando pela maldade humana. O autor faz uso de metáforas para abordar temas das transmutações de valores para erradicação dos males sociais, libertação do homem em busca do verdadeiro homem ou super-homem.
Nessa obra nos leva a refletir sobre o passado, nosso presente e sobre o que pretendermos ser no futuro.
Com grande maleabilidade, as histórias em Zaratustra podem ser lidas em qualquer ordem, sem prejuízo de interpretações, pois são postas em episódios.

Em todos os episódios nos deparamos com grandes reflexões. Elencaremos alguns, a título ilustrativo, respeitando criteriosamente os escritos do autor.