Print Friendly Version of this pagePrint Get a PDF version of this webpagePDF

quarta-feira, 15 de maio de 2013

COMENTEM









Eliminação ou moderação dos desejos

Para que uma pessoa possa gozar a vida plenamente, Epicuro ainda preconiza outro passo, a eliminação de certos desejos e a moderação de outros.
Quais são eles?
Primeiramente, é preciso conhecer a classificação que o filósofo fazia dos desejos. Haveria três tipos:
Naturais e necessários, como os desejos de comer, beber e dormir.
Naturais e desnecessários, como os desejos de comer alimentos refinados, tomar bebidas especiais e caras e dormir em lenções luxuosos etc.
Não naturais e desnecessários, como os desejos de riqueza, fama e poder.
Para Epicuro, quem espera muito sempre corre o risco de se decepcionar. Assim, ele recomendava que as pessoas eliminassem todos os desejos desnecessários e se permitissem apenas os naturais e necessários, e mesmo assim com moderação.

Fonte de pesquisa , Fundamentos da Filosofia, Gilberto Cotrim, Mirna Fernandes.

Comentem


ELIMINAÇÃO DE CERTAS CRENÇAS




Uma das principais causas da angústia e infelicidade, segundo Epicuro, são as preocupações religiosas e as superstições. Ele se refere, aqui ao temos que nos impõem certas crenças e religiões.
Por exemplo, os gregos temiam muito ofender seus deuses e serem terrivelmente punidos por eles. Também viviam sob o pavor de que forças divinas interferissem em suas vidas, mudando sua sorte ou tirando-lhes os seres queridos.
Todo esse sofrimento poderia ser evitado, segundo o filósofo, se as pessoas compreendessem que o universo inteiro é constituído de matéria, inclusive a alma humana. Veriam que tudo o que acontece pode ser explicado pelo movimento aleatório dos átomos, que produz forças cegas e indiferentes ao destino humano. Aqui Epicuro segue a teoria atomista e mecanicista de outro filósofo grego, Demócrito (460-370 a. C.).

Fonte de pesquisa,Fundamentos de Filosofia,Gilberto Cotrim,Mirna Fernandes.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

REFLEXÃO





 Não sabemos escolher o que nos trará felicidade. E o que queremos nem sempre é o que precisamos
  Epicuro 

quarta-feira, 8 de maio de 2013

PASCAL


 
Pascal se refere a nós como criaturas que não se aceitam (a si mesmas)?

           
Em diversas ocasiões o filósofo demonstra esta afetação e a liga à sociedade e às ilusões de uma vida não autêntica. Leia o que ele escreve em seus Pensamentos.


Não nos contentamos com a vida que temos em nós e no nosso próprio ser: queremos viver na ideia dos outros uma vida imaginária e para isso esforçamo-nos por manter as aparências. Trabalhamos incessantemente para embelezar e conservar o nosso ser imaginário, e descuramos o verdadeiro. E se temos ou a tranquilidade, ou a generosidade, ou a felicidade, apressamo-nos a apregoá-lo, a fim de atribuir estas virtudes ao nosso outro ser, e se fosse preciso estaríamos prontos a despojar-nos delas para as juntar ao outro; de bom grado seríamos cobardes para adquirirmos a reputação de valentes.
Grande sinal do nada que somos, não nos contentarmos de uma coisa sem a outra, e trocarmos muitas vezes uma pela outra! Pois quem não morresse para conservar a sua honra seria infame.



 Fonte de pesquisa Lúcio Packter,

quinta-feira, 2 de maio de 2013

REFLEXÃO




Tomai para vós os conselhos que derdes a outros.

Tales de Mileto 625 a.C.- 547 a.C

LUXÚRIA

         
                  

ATENÇÃO


Vamos trabalhar com os sete pecados capitais, não baseados no catolicismo e sim na questão moral e ética, vou tentar postar varias opiniões e segmentos Filosóficos, mas a opinião dos alunos e participantes é fundamental para intender um pouco mais sobre esses pecados , conceitos morais ou posturas éticas.
Profª  Angela Mendes

Filme -OS SETE PECADOS CAPITAIS- A GULA


                    

PARA REFLETIR.



Aprender sem pensar é tempo perdido.
Quando vires um homem bom, tenta imitá-lo; quando vires um homem mau, examina-te a ti mesmo.
Para quê preocuparmo-nos com a morte? A vida tem tantos problemas que temos de resolver primeiro.

Confúcio

segunda-feira, 29 de abril de 2013

OS VELHOS E OS NOVOS PECADOS. LEANDRO KARNAL

QUAL A JUSTIFICATIVA PARA A VIDA?

Qual a justificativa para a vida?

Há provavelmente milhares de respostas filosóficas a esta pergunta. Leia como um exemplo o que escreveu Kafka em seus apontamentos:


Ninguém aqui gera mais do que a sua possibilidade espiritual de viver; pouco importa que dê a aparência de trabalhar para se alimentar, para se vestir, etc.; com cada bocada visível uma invisível lhe é estendida, com cada vestimenta visível uma invisível vestimenta. Está nisso a justificação de cada homem. Parece fundamentar a sua existência com justificações ulteriores, mas essa é apenas a imagem invertida que oferece o espelho da psicologia, de fato exige a sua vida sobre as suas justificações. É verdade que cada homem deve poder justificar a sua vida (ou a sua morte, o que vem dar no mesmo), não pode furtar-se a essa tarefa.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

GULA: ENTRE VÍCIOS E VIRTUDES, UMA HISTÓRIA DA RELAÇÃO DA HUMANIDADE COM SUA ALIMENTAÇÃO, COM LUIZ ESTEVAM DE OLIVEIRA FERNANDES

A CPFL CULTURA continua apresentando os sete pecados capitais, o vídeo sobre a inveja já foi publicado aqui e enquanto não sai no you tube veja sobre a gula no link.

CPFL CULTURA: GULA

FECHAMENTO DE NOTAS

 

  ASSIM QUE PASSAR ESSE PERÍODO DE FECHAMENTO DE NOTAS BIMESTRAIS, CONTINUAMOS COM PUBLICAÇÕES NO BLOG QUE NOS LEVAM A QUESTIONAR, INVESTIGAR E ARGUMENTAR NECESSIDADES QUE VIVEMOS E QUE PENSAMOS VIVER!


Aproveitem bem a vida!
Prof° Angela

quarta-feira, 17 de abril de 2013

COMENTE



Existe um vazio em nossa época?           

Leia o que escreveu Adorno
A pressa, o nervosismo, a instabilidade, observado desde o surgimento das grandes cidades, alastra-se nos dias de hoje de uma forma tão epidêmica quanto outrora a peste e a cólera. Nesse processo manifestam-se forças das quais os passantes apressados do século XIX não eram capazes de fazer a menor ideia. Todas as pessoas têm necessariamente algum projeto. O tempo de lazer exige que se o esgote. Ele é planeado, utilizado para que se empreenda alguma coisa, preenchido com vistas a toda espécie de espetáculo, ou ainda apenas com locomoções tão rápidas quanto possível. A sombra de tudo isso cai sobre o trabalho intelectual. Este é realizado com má consciência, como se tivesse sido roubado a alguma ocupação urgente, ainda que meramente imaginária. A fim de se justificar perante si mesmo, ele dá-se ares de uma agitação febril, de um grande afã, de uma empresa que opera a todo vapor devido à urgência do tempo e para a qual toda a reflexão - isto é, ele mesmo - é um estorvo. Com frequência tudo se passa como se os intelectuais reservassem para a sua própria produção precisamente apenas aquelas horas que sobram das suas obrigações, saídas, compromissos, e divertimentos inevitáveis.



COMENTE


Podemos dizer como exatamente será o futuro?
Filosoficamente, é improvável esta previsão. Leia o que escreveu Jaspers sobre o assunto: "Caminhamos para um futuro que não pode ser conhecido, que, na sua totalidade, não está decidido. A imagem que dele temos é necessariamente corrigida pela experiência. O conhecimento do ser na sua totalidade continua a ser-nos inacessível. O saber que temos da superabundante realidade não mais se completa. A nossa consciência está sempre em marcha".

COMENTE


"A vida tem necessidade de ilusões, isto é, de não-verdades tidas por verdades...devemos estabelecer a proposição: só vivemos graças a ilusões" ( Nietzsche).  

CAFÉ FILOSÓFICO